As chaves e cilindros inteligentes simplificam a transição do acesso mecânico para o digital

registro cilindro tesa

Última atualização: 15/07/2026

As necessidades de segurança em edifícios e instalações evoluíram. Atualmente, os responsáveis pela manutenção e gestão de instalações não têm apenas de proteger os acessos, mas também de controlar custos, responder a auditorias e adaptar-se a organizações cada vez mais dinâmicas.

As empresas crescem, reorganizam-se, abrem novas localizações ou externalizam serviços com maior frequência. Isto implica que colaboradores, fornecedores, equipas de manutenção ou empresas externas necessitem de aceder a diferentes áreas, em momentos específicos e com níveis de autorização distintos.

Neste contexto, os sistemas de fecho mecânico continuam a ser uma solução válida em muitos casos, especialmente pela sua fiabilidade e familiaridade. No entanto, quando a gestão de acessos se torna mais complexa, as suas limitações começam a tornar-se evidentes: chaves perdidas que continuam em circulação, dificuldade em saber quem acedeu a cada espaço, alterações de permissões pouco ágeis ou custos associados à substituição de cilindros e à recodificação de chaves.

A tudo isto junta-se um enquadramento regulatório cada vez mais exigente, com regulamentos como a diretiva NIS2 da União Europeia ou o futuro Regulamento de Ciber-resiliência, que reforçam a importância de proteger tanto os sistemas digitais como as infraestruturas físicas.

Por isso, avançar para uma gestão de acessos digital não é apenas uma questão de modernização. É também uma forma de ganhar controlo, rastreabilidade e capacidade de adaptação sem complicar a operação diária.

A transição do acesso mecânico para o digital, no entanto, nem sempre pode ser feita de uma só vez. Muitas organizações possuem sistemas extensos ou orçamentos faseados, pelo que necessitam de soluções que possam ser implementadas gradualmente.

É precisamente aqui que os sistemas de chaves inteligentes ganham especial relevância. Permitem evoluir para um acesso digital mantendo uma experiência de utilização familiar, sem necessidade de grandes obras e sem interromper a atividade diária do edifício.

Os cilindros eletrónicos ou eletromecânicos podem substituir os dispositivos mecânicos existentes sem danificar a porta e sem necessitar de cablagem. Com software intuitivo e chaves digitais programáveis, as equipas de facility management conseguem um controlo mais preciso dos acessos de colaboradores, fornecedores e prestadores de serviços.

O ecossistema CLIQ® inclui mais de 60 tipos de cilindros e cadeados, permitindo a sua adaptação a uma ampla variedade de aplicações: portas, portões, armários, cacifos, salas técnicas, caixas de correio, bastidores de servidores ou instalações exteriores.

A instalação é rápida e não requer cablagem na porta, uma vez que a energia necessária para o cilindro está integrada na própria chave. Isto facilita a substituição de cilindros mecânicos existentes e permite implementar a solução de forma progressiva.

O CLIQ® é utilizado nos mais diversos ambientes, desde pequenos escritórios, hospitais e estabelecimentos de ensino até infraestruturas críticas, utilities, edifícios comerciais ou recintos desportivos. Entre os casos de sucesso mais recentes encontram-se o Serviço de Ambulâncias de Londres, o Estádio de Düsseldorf, a CHEVAK e o World Trade Center de Amesterdão.

Na TESA ASSA ABLOY, oferecemos o CLIQ® como uma solução flexível, robusta e escalável para organizações que pretendem avançar para uma gestão de acessos mais segura e eficiente, sem abdicar da simplicidade de utilização de uma chave.

A solução pode ser gerida localmente a partir de um PC com o CLIQ Local Manager, online a partir de qualquer lugar com o CLIQ Web Manager ou através do CLIQ Go, a aplicação concebida para pequenas empresas que pretendem gerir os seus acessos de forma autónoma.

Desta forma, o CLIQ® facilita a transição dos sistemas de fecho mecânico para o acesso digital de uma forma prática, segura e adaptada a cada tipo de instalação.

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